“Há tempo de plantar, e tempo de colher o que se plantou” (Eclesiastes 3:2b)
Um humilde lavrador escocês chamado Fleming, que cultivava batatas em sua pequena propriedade na cidade de Lochfield, no sudoeste da Escócia, enquanto fazia as covas para o plantio, ouviu ao longe pedidos de socorro... Constatou que os gritos vinham da direção de um pântano que ficava por aquelas redondezas... O Sr. Fleming largou tudo o que estava a fazer e correu na direção em que se ouviam os brados...
Ao chegar lá, deparou-se com um pré-adolescente atolado até a cintura, gritando desesperado e tentando em vão se libertar de toda aquela lama bruta. O que ocorrera, foi que o rapazinho galopava com o seu cavalo de raça quando um súbito vento lançou o seu chapéu até aquele lugar, e na tentativa de pegá-lo de volta, acabou ficando preso.
O homem então pegou uma corda e amarrou uma das pontas na sela daquele cavalo, e lançou a outra ponta até onde estava o jovem, e assim o resgatou.
No dia seguinte, uma elegante carruagem encostou em frente ao casebre do Sr. Fleming, de onde saiu um nobre e elegante senhor, que apresentou-se como o pai do rapazinho que fora salvo do pântano. Veio até ali com a intenção de recompensar o lavrador por seu ato de bravura e de solidariedade. Acontece que o Sr. Fleming descartou receber qualquer dinheiro por sua boa ação, e disse que não havia feito nada mais do que a sua obrigação. Mas aquele ilustre senhor era insistente, e respondeu que não sairia dali enquanto não retribuísse de alguma forma aquele obséquio... E se travou então um impasse: um queria negociar e o outro não, um “ofertava” e o outro “dispensava”, e enquanto estavam ali com aquele “toma” e com o “não quero”, apareceu na porta do casebre um rapazote, que tinha mais ou menos a mesma idade que a daquele que fora salvo...
- É seu filho? Quis saber o lorde.
- Sim, é meu filho! Respondeu orgulhosamente o humilde lavrador.
- Então proponho o seguinte (disse o outro): Deixe-me oferecer a ele o mesmo nível de instrução que hei de proporcionar ao meu filho. Se o seu rapaz herdar do senhor o caráter, não tenho dúvida alguma que se tornará em um homem do quais ambos nos orgulharemos...
E pelo filho, o Sr Fleming acatou a proposta!
O filho do humilde lavrador freqüentou então as melhores escolas e licenciou-se na famosa Escola Médica do St. Mary’s Hospital de Londres, e se tornou em um médico brilhante, e ficou mundialmente conhecido como Dr. Alexander Fleming, o descobridor da Penicilina.
Anos mais tardes, aquele “rapazinho” que havia sido salvo do pântano, adoeceu, e foi diagnosticado que estava com pneumonia, e mais uma vez ele foi salvo pelos Fleming, agora através da Penicilina!
Sabe qual é o nome do nobre senhor que investiu na formação do Dr. Alexander Fleming? “Sir. Randolph Churchill”, estadista mundialmente renomado, e o filho dele, sabe quem é? “Sr. Winston Churchill”, político, estadista, escritor, jornalista, orador, historiador, prêmio Nobel de Literatura e Primeiro Ministro do Reino Unido durante a 2ª Guerra Mundial...
Isso prova que realmente tem sentido o que diz um antigo ditado: “Colhemos o que plantamos”. Alguém também disse uma vez: “Trabalhe, como se não precisasse do dinheiro... Ame, como se nunca tivesse sido magoado... Vibre, como se ninguém estivesse te vendo... Cante, como se ninguém estivesse te ouvindo... e viva, como se a terra fosse o céu...
Ao chegar lá, deparou-se com um pré-adolescente atolado até a cintura, gritando desesperado e tentando em vão se libertar de toda aquela lama bruta. O que ocorrera, foi que o rapazinho galopava com o seu cavalo de raça quando um súbito vento lançou o seu chapéu até aquele lugar, e na tentativa de pegá-lo de volta, acabou ficando preso.
O homem então pegou uma corda e amarrou uma das pontas na sela daquele cavalo, e lançou a outra ponta até onde estava o jovem, e assim o resgatou.
No dia seguinte, uma elegante carruagem encostou em frente ao casebre do Sr. Fleming, de onde saiu um nobre e elegante senhor, que apresentou-se como o pai do rapazinho que fora salvo do pântano. Veio até ali com a intenção de recompensar o lavrador por seu ato de bravura e de solidariedade. Acontece que o Sr. Fleming descartou receber qualquer dinheiro por sua boa ação, e disse que não havia feito nada mais do que a sua obrigação. Mas aquele ilustre senhor era insistente, e respondeu que não sairia dali enquanto não retribuísse de alguma forma aquele obséquio... E se travou então um impasse: um queria negociar e o outro não, um “ofertava” e o outro “dispensava”, e enquanto estavam ali com aquele “toma” e com o “não quero”, apareceu na porta do casebre um rapazote, que tinha mais ou menos a mesma idade que a daquele que fora salvo...
- É seu filho? Quis saber o lorde.
- Sim, é meu filho! Respondeu orgulhosamente o humilde lavrador.
- Então proponho o seguinte (disse o outro): Deixe-me oferecer a ele o mesmo nível de instrução que hei de proporcionar ao meu filho. Se o seu rapaz herdar do senhor o caráter, não tenho dúvida alguma que se tornará em um homem do quais ambos nos orgulharemos...
E pelo filho, o Sr Fleming acatou a proposta!
O filho do humilde lavrador freqüentou então as melhores escolas e licenciou-se na famosa Escola Médica do St. Mary’s Hospital de Londres, e se tornou em um médico brilhante, e ficou mundialmente conhecido como Dr. Alexander Fleming, o descobridor da Penicilina.
Anos mais tardes, aquele “rapazinho” que havia sido salvo do pântano, adoeceu, e foi diagnosticado que estava com pneumonia, e mais uma vez ele foi salvo pelos Fleming, agora através da Penicilina!
Sabe qual é o nome do nobre senhor que investiu na formação do Dr. Alexander Fleming? “Sir. Randolph Churchill”, estadista mundialmente renomado, e o filho dele, sabe quem é? “Sr. Winston Churchill”, político, estadista, escritor, jornalista, orador, historiador, prêmio Nobel de Literatura e Primeiro Ministro do Reino Unido durante a 2ª Guerra Mundial...
Isso prova que realmente tem sentido o que diz um antigo ditado: “Colhemos o que plantamos”. Alguém também disse uma vez: “Trabalhe, como se não precisasse do dinheiro... Ame, como se nunca tivesse sido magoado... Vibre, como se ninguém estivesse te vendo... Cante, como se ninguém estivesse te ouvindo... e viva, como se a terra fosse o céu...
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